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Homem é preso em Itaúna suspeito de incitar ataques contra viaturas policiais e divugação de localização de blitz de trânsito grupos de WhatsApp

Publicada em: 07/03/2026 11:14 -

Um homem de 40 anos foi preso pela Polícia Militar na sexta-feira (6), no bairro Universitário, em Itaúna, suspeito de incentivar ataques contra viaturas policiais por meio de mensagens divulgadas em grupos de WhatsApp. A ação foi realizada por militares da 9ª Companhia de Polícia Militar Independente.

De acordo com a PM, o suspeito utilizava grupos criados para compartilhar informações sobre a localização de blitz de trânsito. Nas mensagens publicadas, ele teria incentivado integrantes do grupo a cometer atos de violência contra viaturas da corporação, incluindo a sugestão de atear fogo nos veículos.

A intensificação das fiscalizações de trânsito na cidade ocorreu após diversas reclamações da população sobre casos frequentes de direção perigosa e excesso de velocidade em alguns bairros. As operações de blitz têm como objetivo coibir essas infrações e também contribuir para a prevenção de crimes.

Após levantamentos e identificação do suspeito, os policiais realizaram a abordagem. Segundo a corporação, durante a ação o homem resistiu à prisão e chegou a arremessar o próprio telefone celular ao chão, danificando o aparelho.

Durante busca pessoal, os militares também encontraram com ele uma porção de maconha.

Diante da situação, o suspeito foi preso pelos crimes de incitação ao crime e resistência à prisão. A Polícia Militar também constatou que ele descumpria condições relacionadas à fiscalização de egressos do sistema prisional. Ainda conforme a PM, o homem possui registros anteriores por envolvimento com tráfico de drogas e furto.

Ele foi encaminhado para a Delegacia da Polícia Civil juntamente com o material apreendido.

A Polícia Militar destacou que não tolera ameaças ou qualquer tipo de incentivo à violência contra agentes de segurança pública e reforçou que segue atuando de forma firme para garantir a ordem e a segurança da população.

A corporação também alertou que a divulgação da localização de operações policiais em grupos de mensagens pode prejudicar ações de prevenção criminal e colocar em risco os profissionais de segurança. Dependendo da gravidade, a prática pode ser enquadrada no artigo 265 do Código Penal, que trata de atentado contra o funcionamento de serviço de utilidade pública, cuja pena pode chegar a cinco anos de reclusão, além de multa.

Segundo a PM, os administradores do grupo de WhatsApp também foram identificados e poderão ser investigados para apurar eventual responsabilidade nas publicações.

 

Fonte: 9 ciaind

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